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Não, porra, que assim o Pinhão escreve mais!

Os humoristas José Diogo Quintela e Ricardo Araújo Pereira decidiram pôr fim às respetivas crónicas semanais que assinavam no jornal “A Bola”.

"Gatos" põem fim a crónicas desportivas

Olha que pena...

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Inúteis

O FC Porto venceu no Sábado a Académica. Foi um jogo épico, em condições estupidamente difíceis, onde 11 homens enfrentaram outros 11 homens sobre um relvado encharcado, com luta, emoção, competição saudável, agressividade positiva, dedicação à profissão, brio e capacidade de sofrimento, de empenho, de garra e de alma. Os esforçados guerreiros de ontem deram um exemplo ao país, que parece desanimar quando o cenário está complicado, baixando os braços e atirando as responsabilidades para terceiros. Mostraram que a força de um grupo está na união, no cerrar fileiras para que possa vencer, atravessando dificuldades previstas e imprevistas, contra tudo e contra todos, até os elementos.

Esta é a capa d'A Bola de hoje. O enfoque está numa piada absurda sobre tourada em alusão ao jogo entre o Leiria e o Sporting. Menção ao jogo de Sábado? A bola à trave no livre da Académica e o golo de Varela.

Não sou editor nem redactor, mas se fosse e alguém chegasse perto de mim a dizer: "E a capa vai ser esta.", mandava-o arrumar as tralhas que têm na mesa dele porque estava despedido. Mas deve ser problema meu.

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Rápidos recortes de imprensa

As negociações de Walter e Kléber foram processos demorados e isso atrasou a adaptação de ambos a um novo clube e aos métodos de trabalho de André Villas-Boas. Ou seja, se já é difícil para qualquer reforço chegar a uma nova equipa e conquistar o seu espaço, mais difícil é quando esse processo de adaptação é complicado devido a terceiras partes envolvidas nos negócios.

in Record

E se Bruno Aves tem direito a subir ao palco das surpresas, também Raul Meireles lá deve estar, porque para já não há nada de concreto com o médio internacional, que, ele mesmo, nunca manifestou publicamente a vontade de sair, mas, pelo que se lê, sair será mesmo o melhor remédio. Os dragões talvez possam aplaudi-lo amanhã, talvez...

in A Bola

Palavra de honra que nunca pensei dizer isto, mas o Record tem razão e analisa a situação a frio. Vamos lá ter paciência com os moços novos (se ou quando chegarem), malta!

Já a Bola, como de costume, é um bom monte de estrume. Reparem na subtil "pelo que se lê, sair será mesmo o melhor remédio". É como se eu escrevesse: "Eu não tenho barriga e consta que todo o mundo acha que não tenho barriga. E isto é verdade, sim senhor, é a mais pura verdadinha." E depois dizer: "Achas que pareço mais magro? Toda a gente me diz que sim!"

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Encher chouriços

in "A Bola"

A isto, na minha terra, chama-se "encher chouriços".

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Aliterações


Compreendo que Bola e Benfica comecem pela mesma letra...

Até entendo que Portugal e Paraguai também tenham o mesmo arranque...

Mas esta capa de hoje...é certo que o jogo foi fraquinho e que não chegou sequer para manter um gajo acordado durante muito tempo...mas oh rapazes, era preciso ser tão parcial?

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Guerra ao Guerra


Mais uma vez Rui Moreira apresenta-se como um dos melhores oradores portistas que há memória. Na crónica desta semana publicada como de costume n'A Bola, desfere um ataque cerrado e bem merecido ao pseudo-paladino da verdade e defensor dos bons costumes (dele) que dá pelo nome de Fernando Guerra, um daqueles que diz "à lá Fox News" que o mundo era muito melhor antes de aparecer Pinto da Costa e que quando era novo e o vermelho imperava é que as coisas eram lindas, os pássaros chilreavam alegremente, as flores cheiravam a harmonia e a Terra estava em paz. Enfim, poetas de karaoke como diria Sam the Kid.


Eis o excerto de que estou a falar:

NO domingo, apresentei o livro O caso Calabote do jornalista João Queiroz. O autor fez um trabalho sério de investigação, pesquisou documentos da época e entrevistou os sobreviventes. Ao contrário de outros livros sobre casos do nosso futebol, Queiroz não construiu uma tese conspirativa nem romanceou os factos; não tomou partido nem especulou sobre o sucedido. Fica claro que Calabote não foi irradiado por atrasar o início ou adiar o fim do jogo crucial que o Benfica disputou com a CUF, ou por influenciar o decurso do marcador. O árbitro, já em final de uma carreira marcada por várias polémicas em que o Benfica era sempre beneficiado, foi irradiado por ter sido contumaz no falseamento do seu relatório, recusando-se a admitir que iniciara o jogo depois da hora.
Nada há de fantasioso na lenda Calabote. Havia, isso sim, um mito, grato aos benfiquistas, que agora fica desfeito: de que o pobre árbitro fora vítima da sua proverbial teimosia e de que nada de extraordinário acontecera nessa última jornada em que o FC Porto esteve quase a perder o título por goal average. Ora, o árbitro foi cúmplice activo no adiamento do início do jogo, em que marcou três penalties contra a CUF; o guarda-redes titular deste clube teve de ser substituído ao intervalo por indecente e má figura e confessaria que «faz pena, depois de tamanho esforço verificar que o Benfica não conseguiu chegar a campeão!»; Valdivieso, o adjunto do Benfica, esteve no banco do Torriense e ajudou a orientar a equipa contra o FC Porto cujo treinador já fora convenientemente contratado pelo Benfica para a época seguinte. Calabote nunca foi acusado de corrupção e viria a confessar, a propósito desse caso: «Sabe, eu nunca precisei que me dessem dinheiro, porque sempre fui do Benfica!»

Fernando Guerra não leu o livro, mas ouviu dizer que aproveitei para fazer ligação ao túnel do Braga e aos erros que beneficiam o Benfica. Foi pena que não tivesse aparecido porque ter-me-ia ouvido contextualizar os dois episódios. É que, em meio século, o futebol mudou muito com as transmissões radiofónicas em cadeia, os jornais desportivos diários, as televisões que escrutinam todos os detalhes do jogo. A batota esconde-se agora nos bastidores, longe do escrutínio de todos, seja na escuridão dos túneis ou nas manobras de secretaria. O que não mudou é o branqueamento dessas situações, por causa do estrabismo que atinge alguns jornalistas quando o beneficiário directo ou indirecto é o Benfica. De facto, meu caro Fernando Guerra, sou colunista e não escondo o meu fervor clubista. Nisso serei mais parecido com o Inocêncio Calabote, que confessava essa sua fragilidade com candura, do que com os justiceiros que se refugiam na interpretação diversa da lei para dissimular a sua parcialidade ou, já agora, com alguns jornalistas que fingem ser descomprometidos mas sucumbem ao proselitismo.

Sem comentários. Continua, Rui, é de cronistas com tu que precisamos!

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Oh! The Humanity!


Aposto que vários gajos foram despedidos n'A Bola por não terem conseguido alterar o algoritmo das classificações da Bola de Ouro 2009 e deixarem que um herege como este senhor ganhasse o troféu.


De qualquer forma, parabéns, Lucho. Oh how we miss thee...

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Xiu!


"Os sábios nem sempre se calam, mas sabem quando o fazer"
Provérbio popular


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Mais alguém?


Espero para ver no que isto vai dar...

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Wink wink


Reparem na subtileza nada subtil da malta d'A Bola. Uma notícia inócua é transformada numa insinuação não fundamentada. Simples, eficaz e geradora de comentários insidiosos. Ora leiam:

  • O Jogo
"Embora sem revelar a equipa que vai jogar com o FC Porto, Manuel Fernandes deixou já duas certezas: as ausências de Hélder Barbosa, que se ressentiu de uma lesão no último jogo com o Sporting, e de Kazmierczac, que vai ter mais uma semana de recuperação."

  • Record
"Embora sem revelar a equipa que vai jogar com o FC Porto, Manuel Fernandes deixou já duas certezas: as ausências de Hélder Barbosa, que se ressentiu de uma lesão no último jogo com o Sporting, e de Kazmierczac, que vai ter mais uma semana de recuperação. "

  • MaisFutebol
"O Vitória de Setúbal prepara a deslocação ao Estádio Dragão com três baixas confirmadas. Hélder Barbosa e Kazmierczak estão lesionados, enquanto que André Pinto cumpre castigo."

  • A Bola
"O plantel do V. Setúbal continua a preparar à porta fechada a partida diante do FC Porto, no Dragão. Manuel Fernandes, já se sabe, não poderá contar com Hélder Barbosa e Kazmierczak (ambos lesionados), para além de André Pinto (este devido a castigo)."
(...)
"
Desta forma, Hélder Barbosa, Kazmierczak e também André Pinto falham reencontro com o clube com o qual têm ou já tiveram ligação."

Para além do facto dos artigos d'O Jogo e do Record serem iguaizinhos (o que já não é a primeira vez), reparem na pequena nuance no artigo d'A Bola.

Isto merecia mesmo um ";)" sarcástico no fim do artigo. Assim do género "no me credo en brujas, pero que las hay..."

Nojo.

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O Mundo


Imaginem que estão descansadamente a almoçar num restaurante e a meio do repasto ouvem alguém a dizer "Estes peitos de frango panados com limão e tomilho são os melhores do Mundo!", é possível que fiquem a pensar uma de várias coisas:


  • Este senhor é de facto um visionário, pois a minha refeição compõe-se dos referidos panados de galinha e são dignos de Zeus. Isto é pura ambrósia, estalajadeiro!
  • Blergh...não estão assim tão bons, que exagero, a minha mãe cozinhava bem melhor e usava umas ervas mais frescas e viçosas.
  • Mas...do Mundo? De todo o Mundo? Não haverá uma taberna nos Andes que confeccione este prato com mais afinco, quiçá com melhores ingredientes e usando frangos caseiros criados com carinho e afecto desde pintinhos?
Os absolutos tendem a ser facilmente refutáveis, especialmente quando o seu fundamento não é examinado com precisão. E às vezes sai disto. Depois não me venham dizer que A Bola não é o órgão oficioso do Benfica.

Assim sendo, proponho manchetes para a próxima revista Dragões:
  • "Bruno Alves salta mais sem vara que Bubka com ela!"
  • "Tomás Costa tem o nariz mais partido do Mundo!"
  • "Mariano é o melhor driblador de relva do sistema solar!"
Se se lembrarem de mais, avisem. As rotativas estão à espera do vosso génio.

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A Bola: Mais uma destas...


Director: Aquela peça sobre o Hulk está pronta?

Subalterno: Está sim, mestre.
Director: Pronto, então põe uma caixinha na primeira página, só aquele tamanho que dedicamos a notícias daqueles merdeiros do norte, já sabes das regras, certo?
Subalterno: Sim, meu general.
Director: Já agora, é sobre o quê a notícia? Não que me interesse muito...
Subalterno: É a dizer que o Hulk vai regressar do castigo e joga contra o Leixões e na primeira jornada daquela taça europeia dos campeões, aquilo que nem conta para nada, não é como a majestosa Liga Europa, isso sim, uma taça à maneira!
Director: Muito bem, Jeremias, gosto do que ouço! É contra quem o jogo?
Subalterno: Não sei ao certo, não é que seja fácil obter informação sobre essa competiçãozeca...acho que é o Arsenal ou o Chelsea ou o Wimbledon ou parecido...
Director: Wimbledon? Oh amigo isso é ténis, pá...põe Arsenal que é vermelho e fica melhor quando ganhar aquelas bestas...e também se não fôr ninguém há-de notar...
Subalterno: Os seus desejos são ordens, Adónis dos meus lençóis.
Director: Jeremias, já lhe disse para mantermos a relação puramente profissional enquanto estivermos na repartição...
Subalterno: (suspiro)...

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Jornalistas de algibeira




Oh amigos...já colocaram a hipótese, por muito longínqua que possa ser, de haver MAIS DO QUE UM NUNO COELHO vinculado ao FC Porto? Heim? E fazer uma pesquisazita na net antes de colocar a foto de um jogador do plantel do FC Porto que faz parte do plantel em vez de uma foto do outro jogador que estava emprestado ao Villareal e agora vai para a Académica?

Se queriam colocar uma foto de qualquer jogador, porque não o Ronaldo? Devem ter mais dele no arquivo, com toda a certeza!

Burros, pá, porra...

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Um conto infantil


- Pai, o que quer dizer ganância?

- Ah, meu filho, perguntas difíceis logo de manhã? A ganância é quando um jogador que quer muito ir jogar para um grande clube, pela sua glória e história e nome e estatuto e gajas fáceis e pelo vermelho que é lindo (amén) mas como tem a conta da água, da revisão do Bentley e da internet para ver pornografia para pagar, opta por ir para outro clube, que lhe paga mais, que lhe dá melhores condições, que lhe permite jogar na Liga dos Campeões e que não choraminga via comunicação social quando lhes "roubam" um menino!
- Pai, es benfiquista?
- Sou sim, pequenito.
- Pai, continuas a ler o jornal "A Bola"?
- Religiosamente, meu filho querido.
- Foda-se, pai, não tens vergonha?

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