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É cedo, é barato...vamos à bola!!!


Sábado, 18h. É a horas decentes.

2€. É barato.

Almoçam na Baixa (no Guarani, por exemplo), dão uma volta pelas lojas, seguem para o Dolce Vita, compram mais umas prendinhas de Natal e vão ao Dragão ver a bola. Que tal?

Eu vou lá estar, e vocês?

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A vuvuzela do portista

Desde 1992 que sou sócio do FC Porto e nos 18 anos tive o prazer de ostentar o cartão de sócio do meu clube, começando por um papelinho azul e branco plastificado e atravessando as transições da modernidade, continuando a diminuir em tamanho e a crescer em tecnologia, estando hoje em dia no formato de um moderno cartão multibânquico. Nesses 18 anos fui religiosamente às Antas e continuo agora no Dragão, com vários jogos fora pelo meio. Já estive no Bessa a apanhar chuvada de meia-noite, em Aveiro a fugir da polícia, na Luz a tentar não ser apunhalado pelos adeptos da casa e em Espinho a tentar ver o jogo por entre as colunas de cimento. Nas Antas, por entre granito e granizo, bancadas de cimento e cadeiras de plástico, superior e bancada, sol e chuva, tardes e noites, vi jogos perfeitos e jogos horríveis. No Dragão, com a vantagem de fugir das pedradas, sejam elas de que índole forem, aconteceu o mesmo. Só duas coisas se mantiveram imutáveis neste percurso de associado do meu clube do coração: sempre cantei o hino nos jogos em casa e nunca assobiei a equipa.

Hoje em dia, quando vou ao Dragão e ouço um desses auto-vuvuzeladores a ruminarem alto os tradicionais assobios, começo por enervar-me e acabo entristecido. Aquilo que deveria ser uma força que o proverbial 12º jogador transmite aos rapazes de azul-e-branco que lutam pela nossas cores acaba por se transformar numa infeliz manifestação de impaciência e de exigência assoberbada que as mesmas pessoas criticam nos outros clubes e que prejudica a união e força da nossa equipa. Se dependesse de mim, cada gajo que fosse apanhado a assobiar as nossas exibições de uma forma consistente devia ser levado para fora do estádio, os seus privilégios de sócio seriam revogados e uma sonora vergastada seria administrada por um adepto não-assobiador seleccionado aleatoriamente.

Candidato-me para carrasco.

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Votação: Comprou Dragon Seat 2010/2011?


(foto retirada de www.fcporto.pt)

Sou detentor de DragonSeat (ou lugar anual...ou lugar cativo, como se dizia antigamente) desde que o Dragão abriu e já tinha a minha cadeirinha nas Antas, na velha bancada central nascente, onde apanhava sol no focinho e ria-me de satisfação. No Dragão, com as melhores condições e acessos ainda se torna mais fácil e mais interessante ser sócio com lugar anual, especialmente para gajos como eu que só não vão aos jogos em casa por motivos de força maior. Assim sendo, como sinto que amortizo perfeitamente o investimento, gostava de saber quantos de vocês fazem o mesmo. As respostas foram estas:

  • Sim, pela primeira vez: 5%
  • Sim, renovei: 28%
  • Não, deixei de ter: 8%
  • Não, nunca tive: 58%

É sempre curioso perceber que a maioria dos adeptos que visitam aqui a Porta, apesar de poder ir a todos os jogos pagando bilhetes individuais, opta por não ter sempre o mesmo lugar. Curioso mas não incompreensível...

Próxima votação, mais ou menos óbvia: Equipamentos 2010/2011: boas escolhas?

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Antas vs Dragão


Sou um saudosista. Não tem nada a ver com cabedal e correntes nem com o reino da Arábia. Até sou de uma família simpática e nunca me meti nessas coisas (nem na pancada nem em arabescos, até porque não tenho jeito para desenhar), mas a saudade é algo que me toca bem cá no fundo, como Pink Floyd num quarto escuro ou Quim Barreiros em noites de Queima.

Quando em 2004 foi anunciado que a mudança para o Dragão era uma realidade, fiquei ansioso. Como abandonar o velhinho Estádio das Antas, que tanta alegria nos tinha trazido, juntamente com granizo, chuva intensa, WCs imundos, brechas no cimento e problemas nas infraestruturas de electricidade? Seria um novo mundo, uma misericordiosa palmadinha nas costas dos reumáticos, dos artríticos (esta custou) e das mulheres em geral, que iria permitir melhores condições, com modernas instalações e um carácter acentuado de conforto no espectáculo do futuro.

No entanto, mantive-me céptico. Não sou daqueles que diz que desta água não aspirarei por uma palhinha, mas perto. Não fico nada a dever a São Tomé em termos de incredulidade, tenho de mexer para ver se é verdade. É como um marido quando a mulher põe mamas novas, pronto.

Nas Antas tinha passado por muito. Grandes chuvadas, saraivadas (granizadas para os mais elitistas) e tardes de Verão tremendamente quentes. Vi grandes jogos e tive grandes tristezas. Foi lá que vi o Latapy falhar o penalty contra a Sampdoria. Foi lá que vi a Lazio atropelada com 4 no bucho. Foi lá que vi o Domingos a marcar dois ao Sporting num arranque de campeonato. Vi golos de Jardel, Kostadinov, McCarthy, Domingos, até Vinha e Quinzinho. Vi Baía e Kralj no topo da sua forma (em sentidos opostos). E acima de tudo vi futebol, muito futebol.

No Dragão as coisas são diferentes. As pessoas são diferentes, a alma mudou. Não me sinto com vontade para discorrer mais sobre o assunto, por isso fiz um pequeno apontamento gráfico que ilustra o que considero ser a utilização do tempo que os adeptos passam dentro do estádio. Tanto no antigo como no novo.

Gostava muito de saber a vossa opinião. Força aí nos comentários!!!

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Um post ao nível do clube: o primeiro!



“A beginning is a very delicate time
Frank Herbert, in “Dune

Sou adepto do FC Porto desde que comecei a gostar de futebol, já lá vão uns anitos. Chorei, gritei, pontapeei (mobiliário, entenda-se) e sorri com o meu clube, e salvo qualquer incapacidade nervosa que me venha a assolar no futuro, pretendo continuar a fazê-lo.

Por vezes torna-se complicado arranjar motivos para iniciar seja o que fôr na internet. Seja por exibicionismo bacoco ou apenas por uma forte vontade de expôr o que se sente ao mundo, decidi arrancar um blog. Não sou propriamente um novato nestas andanças, por isso vamos pôr mãos à obra e falar sobre o nosso clube.

Espero pelo vosso contributo. Sejam da minha Porta 19 ou de outra porta de acesso ao Dragão, estamos lá para apoiar. Força Porto!

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