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Mas que besta!

"Jogámos contra uma equipa que recusou jogar futebol. Deu-nos a bola, tivemos muita posse de bola, mas não conseguimos criar oportunidades, porque eles defenderam bem. Ainda assim tivemos uma oportunidade clara, quando deveria ter sido marcado penalty sobre o Carlos Vela. Já se viu que 5 árbitros não é a resposta para estes problemas. Foi muito desapontante para nós, claro."

"O futebol é assim. Se jogarmos dez vezes com o Sp. Braga ganhamos oito ou nove. Mas hoje foi essa décima vez."

"Eles venceram, venceram. Nada mais. Mas o momento do jogo é o penalty que não é assinalado. O árbitro teve algumas decisões surpreendentes."

É já um hábito lermos louvores na imprensa a este anormal pela sua capacidade de liderança, blá blá lança os jovens blá blá e o Arsenal joga muito, entre outras semi-verdades. O que também é verdade é que sempre que põe as patas em território luso, o pseudo-intelectual francês rebaixa o nosso futebol, minimiza as nossas vitórias e culpa o árbitro pelas suas decisões arrogantes.

Nada me daria mais prazer que ver Arséne Wenger a ser pendurado da Torre de Londres pelos tomates. É do tipo de gajo que se calhasse de o ver envolto em chamas, não urinava para cima dele para as apagar.

Nojo.

PS: Parabéns ao Braga. Lutaram, foram rijos e eficazes. Tivessem-no feito em Londres e a história agora era diferente...

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Devia ser proibido


Aquele rapaz que joga com a camisola número 10 do Barcelona não devia poder jogar à bola com o resto dos meninos. Só serve para fazer com que os outros se sintam mal e deprimidos por não conseguirem fazer as coisas que ele faz.

Já agora, e para os que não repararam, aquele foi o mesmo Arsenal que nos enfiou cinco no pandeiro. Ainda bem que não apanhamos este Barcelona, porque acho que o placard electrónico do Dragão não aguenta com resultados de dois algarismos.

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Baías e Baronis - Arsenal vs FCP



(foto retirada do Yahoo! News)

Adeus e até 2011, Champions League! Uma exibição ao nível de tantas outras que já vimos na presente temporada, ilustrando as fragilidades mentais e de disciplina táctica que temos vindo a mostrar. Num jogo em que nada poderia falhar, tudo falhou, e acabamos por sair do Emirates Stadium com cinco golos no bucho, cinco falhas, cinco displicências, cinco parvoíces, a somar a dezenas de falhas e desconcentrações, com uma ausência quase total de agressividade, algo que até eu achei estranho para um jogo tão decisivo. Fica para a história um resultado tão justo quanto volumoso e uma noite para nunca mais esquecer de Fucile, pelos piores motivos, como é lógico. A notas:





BAÍAS





(+) Helton. Se os ingleses...ou melhor, a equipa que joga em Inglaterra tivessem tido outro guarda-redes na baliza contrária, provavelmente nesta altura não estaríamos a lamentar cinco golos sofridos mas muito mais. Helton fez tudo o que pôde para evitar a goleada, mas os seus colegas não estavam para aí virados. Não teve culpa em nenhum dos golos. Não chegou.

(+) Falcao. Desde o início do jogo que lutou contra as duas torres adversárias e apesar de pouco eficaz na posição que de facto deveria ter ocupado, andou por todo o campo a correr como um louco atrás dos rapazes de vermelho que trocavam a bola entretidamente pelo meio dos ineptos jogadores que ocupavam a frente da nossa área. Falcao merecia o prémio de jogo que todos iriam receber se vencessem o jogo. Pelo que vi, foi o único jogador de campo que se esforçou desde o início da partida.

(+) Rodríguez. Quando terminou a primeira-parte, pensei: só há uma substituição possível, sai Nuno André Coelho e entra Rodríguez. Jesualdo fez-me a vontade e o uruguaio conseguiu mexer um pouco com a equipa, pegando na bola e arrastando os colegas um pouco mais para a frente, fazendo o que Ruben e Meireles, até então, pouco ou nada tinham conseguido, ou sequer tentado. Continua a ser desesperadamente ineficaz, mas tem fibra, e foi dos poucos (notam aqui um padrão?).






BARONIS





(-) Falta de agressividade. O jogo contra o Arsenal perdeu-se em grande parte pela total ausência de agressividade da parte do FC Porto. Não consigo perceber, pela minha vidinha, como é que num jogo a contar para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões, numa eliminatória que é vista em todo o mundo, que é quiçá a competição mais importante de clubes do Mundo, quando se sabe que a outra competição a sério em que a equipa está envolvida (taças aparte, porque essas só contam para encher prateleiras nos museus e não dão de comer a ninguém) está quase irremediavelmente perdida...como é que nestas circunstâncias os jogadores não se esforçam. Palavra que não percebo. Que falta de fibra, de raça, de querer, de vontade de ganhar têm estes meninos! Passes pouco tensos; Hulk et al (excepto Falcao) a caírem SEMPRE que iam ao contacto com o adversário; Meireles a cair nas fintas e a ficar de pés fincados no terreno a ver o oponente a passar tranquilo; Rolando e Bruno Alves a olhar para os avançados, sem lá chegarem perto; tempo e espaço infinito para os jogadores do Arsenal poderem fazer o que queriam. O Arsenal troca bem a bola, joga muito bem, é verdade. Mas joga ainda melhor quando está a enfrentar o equivalente futebolístico de 11 ecopontos azuis.

(-) Fucile. Reparemos em quatro dos cinco golos do Arsenal: o primeiro nasce de uma atrapalhação de Fucile que choca contra o guarda-redes, com Bendtner a chegar primeiro à bola que o resto dos defesas; no segundo, Fucile não deixa a bola sair, reentra no campo e chuta a bola sem força para os pés do jogador do Arsenal, que fez o resto; no quarto, Fucile assiste Eboué na perfeição, num corte mal executado; por fim, um penalty absurdo causado por má colocação. Foi tão mau que me fez lembrar Sonkaya.

(-) Meireles. A imagem máxima da inépcia e da falta de inteligência. Meireles, que já foi essencial no meio-campo do FC Porto, converteu-se num jogador abaixo de banal. Está fraco, com pouco empenho e com um desânimo que nunca antes tínhamos visto, caindo em todas as fintas possíveis e imaginárias, quer elas fossem feitas ou não. Não sei o que se passou, só sei que enquanto estiver neste momento de forma, mais vale colocar o Guarín. Ao menos os adeptos riem-se.

(-) Jesualdo. A opção táctica de colocar Nuno André Coelho (sem desprimor para o coitado do rapaz que andava sem saber o que fazer em frente à defesa) como trinco neste jogo é tão má como a de Oliveira quando lançou Costa em pleno Old Trafford. Dessa vez foram quatro, aqui foi só mais um. Jesualdo insiste em tirar estas lebres da cartola nestes jogos, o que mostra claramente que não têm confiança nos jogadores que estão à sua disposição, optando por um rapaz que não tem rotinas na posição contra uma equipa que troca a bola de uma forma brilhante À ENTRADA DA ÁREA!!! (Calma...respira...) Não vou entrar em rants prolongados, porque ainda é cedo e ainda há jogos a disputar e competições a vencer, por muito pouco importantes que sejam. Mas, caro Professor, creio que já se apercebeu que perdeu o controlo do balneário em termos anímicos, para não falar nas decisões tácticas.

Depois de uma fase de grupos simpática, caímos com estrondo nos oitavos. Doeu e vai continuar a doer durante uns tempos, mas há que levantar a cabeça e seguir em frente. Falemos de treinadores e de limpezas de balneário daqui a uns meses. A senhora gorda ainda não cantou e o pano ainda não caiu.

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Alguém aposta?


Aparentemente há alguém que consegue ter mais fé na equipa que os próprios adeptos. O site 101 Great Goals, conhecido repositório de resumos/golos nesta nossa bela Internéte, publicou os seus prognósticos para o jogo de amanhã e...quelle surprise! Vaticinam um empate a uma bola!

De lembrar que já para o jogo da primeira mão, o mesmo site tinha semi-adivinhado o resultado, atirando  um resultado de 2-0 que, como todos sabem, só falhou pelos golos do adversário. Se os gajos acertam desta vez começo a olhar para os outros prognósticos dos rapazes...pode ser que ainda ganhe algum!

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Skysports

A Sky tem um pequeno artigo de arranque para o jogo de terça-feira, em que entrevista Hulk e Raul Meireles, colocando Hulk como o elemento mais perigoso no ataque, citando palavras de Arséne Wenger.


A ler aqui.

Meireles diz que a grande luta será no meio-campo e que é preciso parar Fabregas. Se tivermos em conta o festival que levamos em Alvalade, especialmente no meio-campo, temo em pensar o que pode acontecer quando Denilson, Fabregas, Arshavin, Nasri (ou Song, Rosicky, Diaby, Eboué e amigos) pegarem na bola...

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Votação: Conseguiremos vencer em Londres?


O jogo contra o Arsenal, a contar para a segunda mão dos oitavos-de-final da Liga dos Campeoes 2009/10, é o mais importante da época. Depois da derrocada contra o Sporting que praticamente colocou as aspirações ao campeonato no frigorífico, reveste-se de maior importância o confronto europeu, única tentativa de salvar uma época que não está a ser brilhante como outrora. Assim sendo, tentei avaliar o estado de espírito da malta:
  • Sim: 44%
  • Empatamos à rasca: 50%
  • Não: 5%
Creio que os resultados seriam diferentes se a maioria dos votos tivesse ocorrido depois do jogo de Alvalade. Votei no empate, por fé. Se tivesse feito a opção baseada em factos...aqueles 5% seriam bem mais altos...

Próxima votação: Jesualdo deve ficar?

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Baías e Baronis - FCP vs Arsenal


(foto retirada d'A Bola)

Quando estava a caminho do estádio, ontem aí pelas 18h, comecei a perceber que os sinais apontavam para uma noite de sorte. Não apanhei trânsito, estava céu quase limpo e descobri um único lugar para estacionar o bólide numa zona onde estava tudo cheio menos o espaço que aparentemente reservaram para mim. "Ah, pensei eu, hoje vai correr bem!". E não podia estar mais perto da verdade: correu bem. Correu bem demais para a primeira parte medrosa e pouco agressiva que demonstrámos, correu impecavelmente bem para a débil forma física da equipa e correu muito bem para um ou dois jogadores do FC Porto, esses sim incansáveis e com a cabeça no sítio. Foi uma boa vitória, como as são todas a este nível, mas podia ter sido bem melhor. A notas:




BAÍAS





(+) Falcao. Claramente é melhor jogador do que pensei que fosse quando o vi a jogar pela primeira vez. Depois de mais entrosado e melhor integrado no tipo de jogo da equipa, é um lutador incansável durante todo o período que está em campo e a falta de rapidez que Lisandro tinha é compensada pela capacidade de jogar de costas para a baliza, do que dá muito jeito para entradas dos médios e desmarcações dos extremos. Cansa vê-lo a jogar e custa ainda mais ver árbitros, como ontem, a permitirem jogo bruto à vontade quando Falcao era puxado...e a marcarem logo falta quando ele próprio puxava os adversários. Muito bom.

(+) Fucile. Mais um que cansou ver jogar. Esteve em todo o lado, apoiou o ataque e regressava à defesa em correria louca, fazendo a espaços lembrar o grande João Pinto, tal era a abnegação em todos os lances que disputava. Apanhou várias vezes Fabregas pela frente e deu-lhe uma ou duas cacetadas valentes mas a maior parte das vezes manteve-se estóico e fez uma exibição que lhe valorizou o passe em mais um ou dois milhões de euros. Provou mais uma vez que quando quer e não inventa muito, é um excelente jogador.

(+) Helton. Deu a segurança que era preciso quando era preciso. Várias defesas simples no início do jogo e uma defesa para a fotografia depois de uma cabeçada de Bendtner somados a vários cruzamentos em que saiu a agarrar a bola com confiança e domínio pleno da área acabaram por marcar o regresso aos palcos europeus em grande para o nosso cada-vez-mais-titular defensor das redes. A falta de marcação dos defesas coloca Helton entre os não-culpados do golo sofrido.

(+) Esperteza. A forma rápida como marcamos o livre indirecto, com o beneplácito do anormal do árbitro, é um sinal de vontade, de garra e de querer ganhar como já não via há algum tempo. Depois da primeira parte com entrega mas com medo do adversário, a forma como entramos para a segunda-parte foi um sinal de que se queria virar um resultado adverso da melhor forma possível, com inteligência. Não foi um jogo brilhante mas foi o jogo possível frente a uma equipa que, ainda que desfalcada, tem muito futebol, mais que suficiente para nos vencer. Ainda assim mostrámos que não somos uma equipinha ridícula do sul da Europa e que nos batemos contra os grandes quando queremos. Pelo menos na primeira mão em casa...






BARONIS





(-) A primeira parte de Fernando e do resto do meio-campo foi atroz. A forma como a equipa recuava constantemente no terreno, fruto do intenso cagaço que tinha das trocas de bola entre Nasri, Fabregas, Rosicky, Denilson e Diaby (admita-se, quase de olhos fechados, qual deles o melhor...até Diaby me surpreendeu pela capacidade técnica), e deixava espaços tremendos à entrada da área que só não deu em remates de longe vá-se lá saber porquê. Fernando jogava colado aos centrais mas sempre de olho em Fabregas, abrindo uma cratera de espaço a 30 metros da baliza quando Bendtner era o único jogador que estava na zona, (coberto já por Rolando e Bruno Alves), o que ofereceu por completo o meio-terreno aos de Londres. Ruben e Meireles, ainda e compreensivelmente sem entrosamento, andavam meios perdidos nas trocas de posição constante dos adversários, Varela e Hulk tentavam recuar mas não muito, com as indicações que tinham para se colarem às costas dos laterais, e Falcao andava a ser empurrado por Vermaelen. Em suma, foi uma primeira-parte para esquecer e as alterações ao intervalo, com Fernando a fixar-se mais em Fabregas e a deixar Ruben e Meireles mais soltos para rodar a bola, acabaram por ditar que nos soltássemos mais para uma segunda-parte mais afoita e mais prática.

(-) Forma física. Correram muito, é verdade, esforçaram-se como poucas vezes esta época, mas que diabos, a equipa está estourada e espremida. Temos tido muitas lesões este ano e o plantel curto em termos de valia está a ficar com poucas reservas para os embates enormes que temos por aí, a continuar este Domingo frente ao Braga. Numa altura em que vai ser difícil rodar jogadores sob pena de hipotecar as chances no campeonato, temo pelas segundas-partes que vamos enfrentar a caminho.

(-) Fabianski. Ainda eu falo mal do Kralj e do Woskiak...porra, que frangueiro!


Não foi mau, mas não foi excelente. 2-1 é sempre um resultado instável nestas competições, e precisamos de um jogo como o de ano passado em Manchester para conseguirmos sacar no mínimo um empate. Vamos com alma e confiança e revejo-me nas declarações de Tomás Costa depois do jogo: "No nosso segundo golo aproveitámos bem uma distracção deles. Isso demostra que temos de estar 90 minutos concentrados." É isso, Tomy, 90 minutos de garra, é o que precisamos!!!

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Um Arsenal de hipóteses


Chegou a semana pela qual esperei desde Dezembro. Regressa a Liga dos Campeões, voltam os jogos de nível mundial, os confrontos de classe e as equipas que jogam a sério. Incluo o FC Porto neste grupo porque estamos lá com os 16 melhores da Europa, prontos para resgatar esta temporada com sangue na guelra, suor no rosto e a pele em campo. Para lá das metáforas bio-relacionadas, espera-nos como adversário nada mais nada menos que o Arsenal. Aqueles gajos com equipamento à Braga que têm tantos jogadores nacionais a jogar como o Nacional da Madeira sem o Ruben. Exacto, esses.


Decidi portanto tomar a minha posição na dianteira e ajudar Jesualdo a perceber como há-de dar a volta a este promontório e para evitar erros como os de ano passado em que saímos do Emirates Stadium com 4 na padiola e só não foram mais porque os meninos simpaticamente decidiram descansar para o bem-mais-importante jogo contra o Sunderland (que acabaram por empatar, agradeçam-nos, vizinhos do Norte!) e deixaram-nos a lamentar os erros próprios e chorar um resultado que não sendo efectivamente desastroso, acaba por marcar a primeira metade da época transacta.

Este ano, que temos vindo a jogar mais ou menos ao nível desses 0-4 em Londres, urge perceber se há forma de mandar estes tipos de volta com um ou dois golos no saco. Seria excelente para a moral da nossa equipa e acima de tudo para continuar a crescer o nosso prestígio europeu. Fazendo uma ronda pelos blogs da especialidade em Inglaterra, há diversos pontos em comum nas análises sobre o Arsenal efectuadas pelos blogueiros britânicos da bola que gostava de salientar:

  • Incapacidade de defender contra-ataques
Há alguma desorganização na linha defensiva do Arsenal que é colocada em causa com contra-ataques rápidos e com trocas de bola curtas e directas. Os centrais são lentos a recuperar e os laterais sofrem pela excessiva subida no terreno para desguarnecer a zona recuada ao ponto de abrir espaços. Tal pode ser aproveitado com avançados rápidos e transições lestas.

  • Caos nas bolas-paradas defensivas
Ora cá está um ponto em comum que DEVEMOS aproveitar. O Arsenal sofre muitos golos na sequência de livres e cantos do adversário e apesar da baixa estatura da nossa equipa temos de ser eficazes nas nossas tentativas de subida concertada no terreno, tentar marcar cantos e fazer cruzamentos para a área com um grau de perfeição bem acima do normal. Os homens que defendem são lentos e podemos ganhar em velocidade o que claramente perdemos em altura.

  • Desperdício de bolas-paradas ofensivas
Mais uma vez temos algo em comum com estes rapazes. Segundo as estatísticas vamos estar permanentemente a olhar para cantos e livres como futuros pontapés-de-baliza a curto prazo. Não me retira a confiança que Bendtner, Gallas e Vermaelen são perigosíssimos no jogo aéreo e as nossas marcações à zona me trazem uns suores frios que só visto, mas enfim, haja fé!

  • Ausências de peso
Tanto Arshavin como Van Persie estão de fora deste encontro da 1ª mão dos oitavos-de-final e isso só pode ser considerado como positivo para o FC Porto. Ambos são jogadores individualmente geniais, com uma capacidade técnica muito acima da média e que retiram enorme poder de fogo aos Gunners, que ficam com Bendtner como principal arma para o ataque (Reparou nas piadas? É só metáforas hoje, freguês!) e com um meio-campo criativo que será entregue a Fabregas ou Denilson.

Reparemos nas estatísticas propriamente ditas:


Tudo isto é muito bonito mas não passa de análise ao passado recente de uma equipa que está actualmente no 3º lugar da Premier League inglesa (como nós) e que tem um tipo de jogo antagónico ao nosso: nós sofremos menos e eles marcam mais. Arséne Wenger já veio dizer que não somos fáceis. Pode ser conversa mas era bonito mostrar-lhe que tem razão.

O que importa é encher o estádio e mostrar que somos grandes. O resto, vê-se em campo!

fontes:

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