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My name is Viiktórya. Lyonce Viiktórya.

Vou fazer (e espero que me perdoem pela heresia) uma curta incursão num mundo que anda quase sempre de mãos dadas com o futebol actual, a azeiteirice.

A notícia, bombástica como poucas, saiu ontem. O nome da filha de Luciana "Floribella-tem-novas-mamas" Abreu e Yannick "Forrest-Gump-africano" Djaló, nascida a 13 de Janeiro, foi ontem divulgado.

Lyonce Viiktórya.

Para além do óbvio bom gosto dos babosos pais, urge congratular o casal pela feliz escolha do nome para a cachopa. Não me lembro de ver uma preparação tão antecipada de uma brilhante carreira para a filha na área do entretenimento nocturno, nomeadamente na secção das danças exóticas. Stripper, portanto. Se conseguir ultrapassar a quantidade inusitada de tareias que vai levar até chegar ao liceu, entenda-se. Reparem no cuidado da eslavização dos dois "i" no segundo nome, como que a facilitar o trabalho do MC quando tem de chamar a próxima bailarina para o varão central, em que nem precisa de fazer aquela parvoíce do "E agora, o vosso aplauso para Solange Deniiiiiiiiise!", porque já está contemplado no apelido. Limpinho.

Parece inclusive que já estou a ouvir a Lucy, do alto da sua voz bolhoneira, a gritar para a catraia: "Lyonce! Lyonce!!! Liounce Biquetória!!! Já aqui à mánhe, caralho!", enquanto que um ou outro transeunte lhe perguntam onde é que ela viu o cãozinho pela última vez.

Pensando já no futuro, há uma terra no País de Gales chamada Llanfairpwllgwyngyllgogerychwyrndrobwllllantysiliogogogoch. Fica a sugestão para o próximo rebento. Porque, quer queiramos quer não, o ventre da Luciana Abreu vai voltar a ser notícia.

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Maracas. MARACAS!!!





O video é antigo mas foi-me enviado hoje e deu para rir novamente. Não sei se a figura mais ridícula é a de Dias Ferreira que não sabe a letra, de Bettencourt com as maracas, ou do sósia do Moratti com a camisola amarela do Sporting.

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Baías e Baronis - Sporting vs FC Porto

Foto retirada do MaisFutebol

Vi o jogo em casa de amigos, com uma emissão via internet que soluçava tanto como Maicon na defesa portista. Depois de chegar a casa, revendo o jogo, fiquei com a mesma ideia: correu bem. Correu particularmente bem porque esta equipa do Sporting que jogou hoje não foi a mesma que tinha vindo a jogar nas partidas anteriores. Foi mais rija, mais agressiva e mais matreira, factos aos quais não serão alheios a presença de dois jogadores bem mais experientes no onze como Pedro Mendes e Liedson, que cada um à sua maneira trataram de dar cabecinha ao resto dos colegas. Ainda assim não posso dizer que jogamos bem, longe disso. Fomos uma equipa mais lenta, menos solta e incapaz de conseguir superar as falhas individuais que foram muitas e que quase davam a primeira derrota oficial da época. Ou seja, o FC Porto ganhou um ponto, não perdeu dois, por muito que queiram pintar o quadro desta forma. E nem o golo de Valdés em fora-de-jogo pode mudar isso. Vamos a notas:









(+) Falcao Foi o melhor jogador do FC Porto. Marcou mais um golo à ponta-de-lança, a aparecer no sítio certo na altura certa, e andou todo o jogo a recuar para vir buscar a bola e a lutar para a receber mais vezes e com mais espaço. Devia ter marcado logo no início do jogo.

(+) Hulk Não fez um grande jogo, longe disso, mas soube recuar quando era preciso, soube fortalecer o flanco defensivo ao aparecer perto do lateral que jogava por trás dele, por vezes bem perto do colega, o que ajudou a tapar a subida dos flanqueadores do Sporting. Fez mais uma assistência para golo e tentou sempre rasgar a defesa contrária, com pouca sorte.

(+) FC Porto com 10 jogadores Tal como tinha acontecido na Turquia, voltei a gostar de ver a equipa a jogar com menos um jogador. Continuo a achar que a maior parte dos Portistas exigem demais da equipa, mesmo quando era notório que o jogo não estava a correr bem, a outra equipa corria mais, mostrava uma determinação acima da média e as contrariedades do jogo obrigavam a que se estruturasse bem a equipa para evitar chatices. Esteve bem Villas-Boas, a retomar os quatro defesas e a fazer recuar as linhas. Um ponto é melhor que nenhum e o campeonato ainda é longo.

(+) Sporting Não via o Sporting a jogar com tanta garra há muito tempo. Superou o FC Porto em determinação e em vontade de jogar um futebol mais positivo, o que é obra tendo em conta o que tinha vindo a fazer há uns meses para cá. A isso não foi alheio a opção de Paulo Sérgio de colocar três caceteiros no meio-campo, prontos a acertar em tudo o que mexia que estivesse vestido de azul-e-branco. Se tivesse começado o campeonato assim, garanto que não estariam nesta posição.










(-) Fernando Não me importo que um jogador como o Fernando, que jogue na posição onde ele habitualmente alinha, acabe por falhar alguns passes. É natural tendo em conta que faz uma quantidade bem mais alta de passes que uma boa parte dos seus colegas. Ainda assim, hoje falhou demais. Perdeu muitas bolas em zonas perigosas e pôs várias vezes a defesa em risco com os buracos que abriu pelo centro do terreno com as distrações parvas que teve especialmente com Liedson por perto. Não pode continuar a falhar desta forma.

(-) Maicon Por muito que Valdés estivesse fora-de-jogo (e estava, se bem que me cheira que não vai ser dada a relevância que devia, como aconteceu com o golo de Saviola no ano passado na Luz), não pode nunca facilitar perante o adversário como fez hoje. A expulsão é na minha opinião um erro do árbitro graças à matreirice de Liedson, mas Maicon peca ainda pela lentidão quando enfrenta um adversário como aquele. E no ano passado tinha sido tão perfeito a marcá-lo no Dragão por isso desiludiu-me um pouco hoje.

(-) Belluschi Nunca conseguiu soltar-se da pressão do meio-campo do Sporting e consequentemente nunca apareceu em jogo. Com Moutinho permanentemente a levar calcadelas e pontapés mal se aproximava da bola, Belluschi teria o papel de aparecer surgir mais disponível que o colega para poder levar a bola onde pudesse. Não o fez. Era complicado contra um meio-campo de caceteiros, mas já o vi a fazer excelentes jogos contra estruturas similares que lhe apareceram à frente. Hoje não foi um deles.

(-) Maniche O que dizer acerca desta personagem? Do alto dos seus 173 centímetros de altura e 300 de largura andou a tentar atingir tudo o que via, acabando por dar uma bela duma patada JetLiana em Moutinho, culminando com um jogo inteiro de perseguição por parte do trio maravilha do meio-campo sportinguista. André Santos tentou, mas é puto e ainda não sabe acertar bem nos sítios certos; Pedro Mendes também varreu muita relva e perna à cacetada mas sem classe. Já o Gordiche, com a finesse que lhe é reconhecida, marcou a diferença da experiência...marcando os pitões na coxa de Moutinho. Expulsão? Nada disso. Comentário de Miguel Prates na SportTV: "É uma jogada de Maniche por trás, perigosa.". E mais nada.

(-) Liedson É um grande jogador, não tenho dúvidas. Enerva-me vê-lo a correr a todos os lances, como um Derlei mais magro ou um Lisandro mais brasileiro, nunca dá uma bola como perdida e é vital na equipa do Sporting, nem que não marque golos. Parece que me falta alguma coisa aqui...ah, sim, é a inteligência de conseguir sacar faltas que o árbitro (seja este ou outro qualquer) consistentemente dá como a favor dele quando o máximo que aconteceu foi uma leve brisa que o abanou e da qual soube tirar partido. É ridículo que depois de tantos anos a criticarem os jogadores que pervertem a lei do jogo continuem a dar guarida a este mulato anorético e a permitirem que roubem jogadores a uma partida que, mais inocentes ou inexperientes, caiam na rede de Liedson. Não sou gajo de advogar à violência, mas se é para tirar faltas, então que se lhe acerte com força. Pode ser que para a próxima pense duas vezes antes de se lançar para o terreno sem ninguém lhe tocar com a força que simula ter sido exercida...


Um empate em Alvalade não é um mau resultado e custa-me ver que muita gente pensa assim. Neste tipo de jogos interessa não perder e esta foi mais uma batalha em que não saímos derrotados e que nos continua a suportar no caminho da vitória final. Podíamos ter jogado melhor e mais soltos, especialmente na primeira parte que acabou por ser aborrecida e sem chama, mas alguma inépcia individual somada a diversos erros de arbitragem em alturas chave do jogo acabaram por tornar a tarefa mais complicada. Não foi bom mas também não foi mau de todo.

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Ouve lá ó Mister - Sporting

André, proto-messias!

Mais uma semana, mais um clássico! Ah, rapaz, que eu no ano passado acabei o jogo com uma raiva...deves-te lembrar, foi uma das piores exibições que me lembro de ver uma equipa do FC Porto a fazer, desorganizada, desinteressada, desinspirada e des-tudo. Hoje em dia, graças a ti, as perspectivas são diferentes!

Não vai ser um jogo fácil, mais uma vez, se bem que hoje em dia quase nenhum jogo é fácil. Todos os treinadores estão a queimar as pestanas para perceber como é que podem contrariar o teu jogo e a tua estratégia que até agora está a resultar na perfeição. Sabes tão bem como eu que há alguns pontos menos fortes e para este jogo o único que te pode causar insónias é mesmo o de defesa-esquerdo. Se tens o Fernando e o Varela prontos para jogar, parece-me que não há dúvidas nesses dois fulanos. Já na lateral sinistra, a coisa pia mais fininho. O Emídio, que já foi verdinho, ainda está verdinho (mau jogo de palavras, perdão) e o Fucile nunca se sabe se vai fazer um jogaço à Mundial ou uma borrada à Arsenal. Eu hoje estou numa de rimas, desculpa.

E quanto ao Moutinho...fala com o rapaz. Fá-lo ver que este jogo é tramado mas não define nada nele como jogador nem como homem. Não tem de se sentir impelido a mostrar serviço extra, basta que continue fiel ao que tem mostrado. Eu e tu esperamos dele um jogo simples, prático, inteligente. E se marcar, como me disseram, um golo aos 93 minutos numas cuecas ao Patrício, ainda melhor. Mas se não acontecer, não é por isso que o vamos vender ao Benfica.

No fundo de tudo é um clássico, um Sporting/Porto, e como qualquer clássico todos temos a noção que é muito parecido com o José Castelo-Branco: pode dar para os dois lados.

Sou quem sabes,
Jorge

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O pacote

Na edição desta semana dos Grandes Adeptos na Antena 1 (que podem escutar aqui), Alfredo Barroso estava a falar do seu Sporting e disse qualquer coisa deste género:

"(...) O momento actual do Sporting tem de ser analisado em pacote, aliás em mais de um pacote. Há um pacote que inclui as duas derrotas incríveis (...), há um segundo pacote que inclui por um lado o presidente do Sporting e o director desportivo, Costinha (...) e o terceiro é o Paulo Sérgio."

O jornalista, curioso pela ausência da crucificação de Maniche, questiona:
"E o Maniche?"

Responde o Barroso:
"Eu incluo o Maniche no pacote do Costinha."

Duas coisas ocorrem-me ao ouvir esta frase:

  • Há uma notável falta de sentido de humor brejeiro naquela estação de rádio.
  • Ainda bem que estão em Lisboa. Se fosse no Porto garanto que a frase continha qualquer verbo acabado em "rabar".
  • Alfredo Barroso foi o único sportinguista que veio a público explicitar metaforicamente o que é que Maniche fez a Costinha tendo em conta a aposta que o ex-Ministro fez no seu ex-colega no início da temporada. Propositadamente ou não.

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Uma equipa de 11 Pongolles

Não se admite a nenhuma equipa que se preze, neste momento, perder contra o Sporting.

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Olh'o gordo!



O plantel do Sporting continua a emagrecer.

Literalmente.

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Oh por favor!!!


A camisola oficial do Sporting que José Eduardo Bettencourt pretendia oferecer ao Papa Bento XVI desapareceu e não chegou às mãos de Sua Santidade. O líder leonino teve que improvisar à última hora e acabou por entregar um polo verde com o emblema do Sporting, que faz parte do equipamento de treino dos leões, e que estava na posse do júnior Renato que o acompanhava.
O presidente ficou inconsolável com o desaparecimento da camisola que apresentara dias antes, em conferência de imprensa conjunta com o Benfica e o Belenenses. Foi o próprio, na terça-feira, quem transportou a camisola para o Terreiro do Paço, onde, minutos antes do Papa Bento XVI celebrar a missa, a comitiva leonina foi recebida por Sua Santidade. Seria nesses breves instantes que o Sporting teria a oportunidade de proceder à entrega. Acontece que a camisola desapareceu (presume-se que furtada) pouco antes daquele momento solene. Assim, e depois da delegação do Benfica ter oferecido os presentes, Bettencourt teve que improvisar e entregou a Bento XVI o polo verde.
O Belenenses também não conseguiu fazer a oferta ao Papa, uma vez que o seu representante chegou atrasado e o protocolo já não autorizou a entrega.
in SportingApoio.com

É por estas e por outras que o pessoal não hesita em fazer piadas sobre o estado actual do Sporting...

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O estado do Sporting

Em fim-de-semana de FC Porto vs Benfica, nada como uma pequena menção...ao Sporting.

O resumo da época verde-e-branca encontra-se no sempre afiado blog sportinguista, que possui um dos melhores nomes blogueiros de sempre: O Cacifo do Paulinho.

A ler aqui.

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Baías e Baronis - Sporting vs FCP


(foto retirada do MaisFutebol)

Ao contrário do que se possa pensar, há pouco a dizer sobre o jogo. A equipa do FC Porto implodiu em campo, fruto de uma exibição pouco mais que absurda, com jogadores apáticos, sem alma, garra, concentração, entrosamento e acima de tudo, vontade de vencer. Parece impossível que seja a mesma equipa que alinhou frente ao Braga na semana passada, a equipa que foi para cima do adversário, que o sufocou e que mostrou um futebol como este ano não tinha visto. Os que há umas horas entraram em campo foram o espelho da corrente época, uma pálida imagem do que o nosso clube já conquistou e do que gostamos de apregoar por esse mundo fora, que lutamos, que somos guerreiros, que a nós ninguém nos ganha em suor. Pois hoje não só nos ganharam em transpiração como em inspiração. A análise segue abaixo:




BAÍAS





(+) Helton. Só por culpa dele não saímos de Alvalade com mais golos no saco. Esteve bem, podia ter feito um pouco melhor no segundo golo mas acredito que não tivesse visto a bola a sair dos pés de Izmailov. Boas defesas e excelentes saídas a cruzamentos, foi o melhor da equipa.

(+) Fucile e Falcao. Foram os únicos que tentaram fazer qualquer coisa para mudar o que se passou. Não conseguiram muito por culpa dos colegas, que não os ajudavam. Fucile subia pelo flanco e apanhava com um Mariano imbecil e trapalhão. Falcao bem tentou dominar a bola mas foi sempre mal ajudado por Varela, Meireles e Ruben.

(+) Jesualdo. Naquela que foi das noites em que menos culpa teve, fez uma conferência de imprensa séria, sóbria e correcta. Assumiu as responsabilidades da má noite da equipa, culpou-os no que devia e lamentou-se do que devia. Não se escudou só na falta de pernas mas admitiu que fizeram falta. É verdade. Não teve culpa nenhuma no desenrolar da partida, ainda menos nas substituições. Percebi quando tirou Meireles para meter Belluschi, para tentar dar mais movimento ao ataque. Não correu bem. Entendi quando, a perder por 3, tentou dar alento ao ataque e reforçar o meio-campo, trocando Mariano por Rodríguez e Ruben por Guarín. Não correu bem. Ninguém poderá seriamente culpar Jesualdo pelo mau resultado de hoje, até porque se virem bem, a equipa era basicamente a mesma que demoliu o Braga. Nenhum portista esperava é que implodíssemos em Alvalade...

(+) Sporting. Uma nota simples para a exibição do Sporting. Agressivos, aproveitando bem alguma permissividade de João Ferreira para o jogo rijo (contra o qual nada tenho, quem me dera que nós tivéssemos feito o mesmo), foram para cima dos nossos jogadores, pressionando sempre o portador da bola até que este a perdesse, impossibilitando que uma construção de jogo lenta como a nossa fosse minimamente profícua. Foram bravos e jogaram bem, mereceram a vitória.






BARONIS





(-) Apatia. Fracos, medrosos, tristes, desanimados com os azares, de braços para baixo e moral no chão. Exige-se muito mais, mas estes rapazes, seja pela intensidade ou pela quantidade de jogos, não estão a aguentar a pressão de ter de procurar o resultado. E quando tudo corre mal, quando se perdem ressaltos, quando os passes saem tortos, quando o adversário intercepta uma e duas e três bolas, não conseguem dar a volta por cima e voltar à luta. E assim torna-se complicado vencer seja o que fôr. A forma displicente como se deixavam os jogadores do Sporting "brincar" à entrada da área, com ressaltos consecutivos a irem parar aos pés dos jogadores de verde e branco, entradas sem vontade nem empenho, cortes fracos para o adversário, construção de jogo inexistente, enfim, uma paupérrima mostra de futebol de uma equipa que já podia e devia ter um nível competitivo mais consistente, aliás como tinha vindo a mostrar nas passadas jornadas. Como é possível que se percam tantas bolas por infantilidades, que as marcações sejam sempre falhadas e que haja tanta permissividade perante um adversário que, não estando a fazer uma boa época, tem jogadores que rematam bem e que sabem jogar à bola?!

Decidi fazer uma pequena nuance nos Baronis de hoje, atribuindo notas individuais a grande parte dos jogadores. Ora vejam lá se concordam:

(-) Bruno Alves. Zero. Esperem, vendo bem o terceiro golo, diria: dois negativos.

(-) Rolando. Zero. Só com um auto-golo podia ter jogado pior.

(-) Varela. Zero. Acusou a pressão.

(-) Ruben. Zero. Teve medo em quase todos os lances.

(-) Álvaro Pereira. Zero. Horrível a defender, ineficaz a atacar.

(-) Meireles. Zero. Lento e previsível.

(-) Tomás Costa. Zero. Muito mau a passar a bola, pior no posicionamento táctico.

(-) Mariano. Zero. O costume pré-Sporting para a Taça.

(-) Belluschi. Zero. O costume, ponto.

Ponto final, parágrafo. O mais provável é termos hipotecado qualquer hipótese de vencer o campeonato 2009/10 neste Domingo chuvoso em pleno Alvalade XXI. Até ser matematicamente inviável vou manter uma fugaz esperança de lá podermos chegar, mas não vejo grandes chances de recuperarmos 9 pontos do Benfica e 8 do Braga. A própria Liga dos Campeões está longe demais para ser uma realidade provável. É possível mas cada vez menos verosímil. Haja fé...

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RIP Mãos ao Ar


Em dia importante para os nossos rivais de verde e branco, gostava de fazer um pequeno apontamento aquele que foi um dos blogs inspiradores para o arranque deste pequeno projecto pessoal e que, curiosamente, ostentou durante alguns anos as cores que mencionei no arranque deste rebuscado parágrafo.


Falo do blog Mãos ao Ar.

Desde 2005 que o seguia e era sempre com grande agrado que lia as crónicas do Sancho Urraco ou do Bulhão Pato, os dois criadores do estaminé. No entanto, estes dois energúmenos decidiram acabar com o único prazer que poderia retirar de um blog sportinguista, fechando-o.

Ficam alguns exemplos do que estou a falar. Digam lá se os gajos não tinham jeito para isto!


Este são só alguns. Escolhi dez porque calhou, não venham com teorias.

Por isso R.I.P., Mãos ao Ar. Que o mesmo não suceda hoje com a carreira europeia do vosso clube, mas no Domingo deixem-se lá de tretas e voltem a jogar o costume. A gerência agradece.

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Baías e Baronis - FCP vs Sporting


(foto retirada do MaisFutebol)

Já há muito tempo não saía do Dragão com um sorriso tão rasgado. Há meses que não ganhávamos de uma forma tão convincente, jogando um futebol vivo, agressivo e prático, com trocas de bola rápidas e bem orientadas, com gente que sabia ou parecia saber o que fazia em campo, de tal forma que demolimos uma equipa que não é tão má quanto aparenta. Os pobres sportinguistas que foram ver o jogo saíram vergados a uma derrota pela mesma diferença que nós, na época transacta, sofremos em Alvalade para a outra Taça. E não se podem queixar de nada a não ser deles próprios e do azar que tiveram em apanhar a melhor exibição da temporada do FC Porto. To the notes:




BAÍAS





(+) Falcao. É inegável que está em grande forma, mas o que mais impressiona é a maneira como continuamente marca golos em diversas situações, desta vez com um remate de fora da área (com a ajuda de Rui Patrício) e outro de ponta-de-lança, na finalização de mais uma excelente jogada de Ruben Micael. Mexe-se bem, controla bem a bola e é um perigo quando tem espaço. Parece ser lento nos movimentos mas é rápido a executar e a despachar-se dos defesas que tem constantemente à sua volta. Excelente.

(+) Vou comprar uma vergasta, está decidido. Quando Mariano faz um jogo destes depois da miséria que fez na Madeira, o mundo está um pouco torcido ou então a bracadeira de capitão tem poderes mágicos. Dá elevação sobrenatural a Bruno Alves e dá ânimo a Mariano. Ver o argentino como capitão do FC Porto já foi deveras peculiar, vê-lo a dar um nó enorme ao João Pereira entusiasmou, observar o remate que deu o 5º golo do ângulo que me foi possível, em linha recta para a baliza e ver a bola a entrar, foi genial. Mas o que mais impressiona neste fulano é o esforço que coloca em todas as jogadas. Acabou quase de gatas, sem mais para dar. Como já disse incontáveis vezes, Mariano é um lutador, um guerreiro. Se soubesse jogar à bola (pelo menos consistentemente) era um ídolo. Mariano, penitencio-me perante o gigantesco jogo que fizeste hoje. E se jogares assim no Domingo contra a Naval, escrevo uma crónica em forma de poesia sobre ti.

(+) O mesmo que disse sobre Mariano aplica-se a Maicon, apesar de uma forma não tão intensa. Maicon jogou simples, duro e bruto, sem inventar e a impedir que a sua lentidão se tornasse como um handicap para tentar deter Liedson. Não se notou que Bruno Alves estava de fora, o que creio ser suficiente para caracterizar a sua exibição. Evitável o "chega-para-lá" na segunda-parte, que poderia ter resultado na sua expulsão.

(+) Ruben Micael. Desde que Lucho saiu que não via isto ao vivo. É esperto, bom tecnicamente e eminentemente prático. Ainda um pouco indeciso quando chega muito perto da área, acaba por ser exactamente o que precisávamos para recuperar as famosas transições defesa/ataque. Entendeu-se bem com Fernando e Belluschi, com quem formou o improvável meio-campo que demoliu por completo os oponentes na mesma zona. Assenta como uma luva na posição que ocupa, resta saber se Jesualdo o irá mudar para o lugar de Belluschi quando Meireles estiver em condições.

(+) A agressividade que colocamos em campo durante o jogo foi muito acima da média e era algo que os adeptos pareciam já ter esquecido, tal era a forma passiva com que vinha a exibir-se. Já na Madeira tínhamos arrancado uma boa exibição (contra 10, certo) através da pressão no meio-campo, e hoje confirmou-se uma maior disponibilidade física e acima de tudo mental para o fazer. Gostei de ver e espero que a equipa aguente a enorme carga que vai ter de suportar durante o mês de Fevereiro.







BARONIS





(-) Sporting. Para uma equipa fazer um super-jogo, normalmente a outra equipa realiza um sub-jogo. Foi isso que aconteceu com o Sporting. Raramente se entenderam do meio-campo para a frente, limitando-se a enviar bolas longas para Saleiro ou Liedson que raramente causaram perigo à muito atenta defesa do FC Porto. Moutinho esteve trabalhador mas...inconsequente. Veloso esteve atento mas...inconsequente. Izmailov foi talvez o único que causou perigo enquanto aguentou das pernas, marcou um belo golo mas não chegava. Era Marat mais nove, porque Rui Patrício esteve a dormir o jogo todo, Grimi esteve a besta do costume, agressivo em demasia quando nada o exige e macio quando é preciso ser rijo. Foi uma das equipas do Sporting mais desgarradas que me lembro de ver ao vivo.

(-) Fucile. Facilita. Brinca. Perde a bola. Golo do adversário. Não é a primeira vez e infelizmente não será a última. Dá vontade de lhe dar dois bananos no focinho sempre que começa com as tradicionais infantilidades que enervam os adeptos e colocam a equipa e o resultado em risco.

(-) Voltamos a cair nos mesmos erros e no mesmo enervante e absurdo relaxamento depois de marcar um golo. Felizmente contámos com uma equipa fraquíssima do outro lado que para lá do golo que marcou nunca mais conseguiu conter o renascimento do FC Porto, mas é recorrente ver a equipa a recuar depois de se colocar em vantagem. Se a outra equipa desse mais luta teria havido muito mais dificuldades para recuperar a diferença no marcador.


Duas cadeiras do meu lado direito estavam três adeptos sportinguistas. Pai e dois filhos. Saíram 5 minutos antes do final da partida, desejando boa noite aos portistas perto dos quais se sentaram e com quem durante o jogo estiveram a trocar algumas impressões. Só nesse momento me apercebi que apoiavam o outro lado. Raramente se manifestavam, mantinham a cabeça para baixo e suspiravam imenso durante o jogo. Ao contrário, os meus habituais colegas de bancada exultavam com a fugaz glória de uma exibição que nos encheu de alegria. Só peço uma coisa aos rapazes de azul-e-branco: por favor, mas por favor não vão perder a Alvalade daqui a umas semanas. Seria uma facada nas nossas aspirações e uma vingança saborosa para os leões. E pelo que vi hoje, custava-me ainda mais hipotecar as nossas chances na Liga às mãos de uma equipa tão fraca...

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Next?


Depois do anúncio do novo líder do balneário leonino até ao final da época, fica a pergunta:


- Quem será o novo treinador do Sporting (depois do Carvalhal ser enfiado no barril como o novo José Couceiro do Sporting)?

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Gosto muito de te ver à porrada, leãozinho!


Desde há muito tempo que reconheço as principais diferenças entre os adeptos portistas e sportinguistas, bem como as parecenças que ainda que poucas, existem. Começo pelas semelhanças, que se reduzem a uma: uma noção intrínseca que a grande maioria dos benfiquistas têm fracos hábitos de higiene e de desenvolvimento intelectual, ao mesmo tempo que parecem padecer de algum tipo de problema de hiper-euforização. Isso e sabermos que deviam ser todos enviados para o fundo da barragem do Carrapatêlo com a subsequente abertura das comportas. Sim, isso...um gato para afagar, rápido!

Agora em termos de diferenças a história é diferente. Enquanto que os rapazes lá do clube dos Viscondes habitualmente mostram uma arrogância snob em relação ao resto dos mortais, pavoneando-se entre Presidentes da Câmara, magnatas da cerveja, tias de Cascais e latifundiários alentejanos, cá a malta no burgo tem aquele ar mais proletário. A gente cá trabalha e eles vão exibindo.

Hoje, dia em que Paulo Bento optou por nos privar das suas geniais conferências de imprensa e tiradas mímicas jocosas, li no SAPO Desporto que José Eduardo Bettencourt ia andando ao milho com um adepto no exterior do Alvalade XXI. Dirão: "Ah pois é, o gajo tem cabelo branco mas aquilo é só para enganar, ele é um lutador à antiga, um verdadeiro Tyson caucasiano!". Mas o que mais me surpreende é que o homem, segundo a notícia, tirou o casaco antes de enfrentar o fulano que estaria, aposto, a manchar a reputação das progenitoras da direcção leonina.

Tirou o casaco!? Será que Bettencourt pensava estar no Fight Club em frente ao Brad Pitt? Não podia aguentar algum sangue no blazer? Tinha medo que a gripe A se entranhasse no forro?

Tendo em conta que no campo ambas as equipas estão a desiludir os seus adeptos (ainda que o Sporting esteja uns furos abaixo de nós) esta actualmente é a grande diferença entre portistas e sportinguistas, meus amigos: nós precisamos de dar mais luta contra os outros, mas eles já andam à luta entre eles!

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Baías e Baronis - FCP vs Sporting





Quando chegou o dia do primeiro clássico, não estava muito confiante. É certo que estava um pouco ressacado de um jantar muito animado que tinha acontecido na noite anterior, mas ainda assim as circunstâncias que rodeavam a equipa nos últimos jogos acabavam por confirmar a minha tradicional maneira pessimista de encarar estas partidas. No entanto acabei por sair do estádio num misto de satisfação pela vitória conseguida, acoplado de uma frustração pelo escasso resultado. Após um Domingo passado num estado de constipação intensa, seguem os B&Bs igualmente intensos abaixo:





BAÍAS





(+) Hulk esteve de volta. Um verdadeiro terror para os laterais do Sporting, mais Grimi (e depois Miguel Veloso) do que Abel, foi pelo lado direito do nosso ataque que Hulk conseguiu desfazer os rins a tudo que lhe aparecia pela frente. Sacou a falta que deu o golo e voltou a ser decisivo ao conseguir sofrer a falta que deu origem ao penalty que Falcao se encarregou de falhar. É este Hulk que precisamos e espero parar com este ping-pong constante entre Baía e Baroni com que tenho brindado o nosso Givanildo.

(+) Falcao marcou um e falhou 3, um dos quais um penalty. Apesar do fraco aproveitamento, a questão é que apareceu por diversas vezes em situação de perigo para a baliza adversária e isso já é bom, tendo em conta que a equipa raramente joga para ele. Sofre mais quando usamos a parvoíce do jogo directo, com Helton a enviar a bola pelo ar e Falcao a saltar pelo meio dos centrais. No entanto, a capacidade de domínio e protecção de bola é bem acima da média no colombiano e isso pode ser muito útil para aguardar a chegada dos extremos e médio ofensivo (sim, só há um, não me venham dizer que Raul Meireles o é, porque não é, pelo menos ainda não). 5 golos em 6 jogos é bastante bom para a primeira temporada, espero que continue!

(+) Os primeiros 20 minutos do FC Porto foram avassaladores. Empurrámos o Sporting contra as cordas e só graças à tradicional inépcia em frente às redes é que não ganhámos avanço para dormir o resto do jogo. Os verdes lá reagiram com força e subiram no terreno, com o FC Porto sempre perigoso no contra-ataque. Foi uma excelente primeira parte para quem gosta de futebol e especialmente para quem não se interessava pelo resultado.

(+) Fernando. Já começa a ser uma chatice ter sempre de colocar este rapaz aqui na lista dos Baías, mas o que é facto é que cada vez gosto mais de o ver a jogar. Tem potencial para ser um dos melhores do mundo e é dos poucos jogadores em que dou a mão à palmatória quanto ao julgamento de Jesualdo. Rápido a interceptar a bola, muito bom na marcação e excelente a rodar a bola para a frente, é imprescindível...o que me lixa as contas para o jogo de quarta-feira contra o Atlético. Até ver Prediger a jogar (e na Champions também não vou ver...) não há alternativa credível ao brasileiro.






BARONIS





(-) Mariano e Meireles. Um dos piores jogos de Meireles que me lembro. O que mais me impressionou foi a insistência em erros infantis, especialmente em zonas perigosas como a entrada da nossa área. Arriscou em demasia e fez algumas faltas que, caso Duarte Gomes quisesse, podia perfeitamente ter resultado no segundo cartão amarelo. Quanto ao argentino, voltou ao início de 2007/08. Não conseguia dominar uma bola, falhou passes atrás de passes e perdeu bolas consecutivas com a equipa balanceada para o ataque. Era um modelo recorrente: bola para Meireles, passa com força demais, perde a bola; bola para Mariano...domina mal, perde a bola. Eu, bem como a malta à minha volta, estávamos a ficar doentes...

(-) Depois do penalty falhado...a miserável exibição contra um adversário reduzido a 10 jogadores. É absurdo passar do 80 para o 0,8 mas foi o que aconteceu. Uma primeira parte bem boa e depois foi o estouro físico, o medo, a fraqueza nas pernas e nas cabeças. Falta muita estaleca a esta equipa e diria que ao treinador também, mas esse já não tem emenda, já que passa sempre para os jogadores os seus próprios receios, a estratégia do "1-0 chega, 'bora para trás que os outros aí vêm" está enfiada na mente dos nossos rapazes e vai ser complicado, se possível, mudar esta atitude. Para sermos uma grande equipa não podemos ficar pelo 1-0, especialmente quando estamos a jogar a mais. É provinciano e medíocre e exige-se mais.

(-) Ao mesmo tempo que critico a minha própria equipa, critico ainda mais o Sporting. A cambada de meninos mimados, enjoados com as arbitragens e com a própria incapacidade de amadurecimento precoce que apareceu no Estádio do Dragão é de causar náuseas. 11 e depois 10 gajos concluiam cada apitadela do árbitro com uma reclamação, era uma floresta de braços levantados e de pressão constante sobre o árbitro, que acabou por se virar contra eles. Esta campanha que o Sporting anda há anos a criar, esta figura patética de Calimero permanente que quixotescamente se revolta contra moínhos que não existem e pensa ter, por alegar tal mau tratamento, carta branca para fazer um berreiro sempre que é assinalado um fora-de-jogo ou um lançamento contra eles. Calem-se, é mau, dá mau nome ao vosso clube e só deixa transparecer que a instabilidade é ainda maior do que se pensa. E Paulo Bento não está acima deles, é tão infantil e desregrado como a manada de bezerros que orienta. Cresçam, são bons jogadores, só vos falta serem homenzinhos.

Muito mais poderia ser dito sobre o jogo. As emoções foram fortes e prometem não parar porque na próxima 4ª feira temos já um jogo decisivo para o nosso futuro na Liga dos Campeões. Sem Fernando, Rodríguez e Varela (os mais importantes), a tarefa vai ser complicada...haja Hulk e Falcao!

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D.Fábio I: O Gordo


Em declarações ao Record, diz o seu agente que o Fábio (daqui em diante conhecido como "Fabião") não está gordo, que teve um filho e que está mais maduro. Ora creio que posso assumir que Fabião não assumiu parte da gravidez da sua esposa e não terá accionado nenhum mecanismo de solidariedade entre cônjuges que lhe permitisse aliviar o peso do ente feminino e ficar ele com o encargo. Acho que está fora de questão. Ora então isto vai depender da definição de gordo para Vifran Pompeu, agente de Fabião e detentor de um nome digno de um gladiador romano. Se me perguntarem a minha opinião (raramente o fazem mas transmito-a de qualquer forma) diria que o rapaz está algures entre o Professor Carvalho Rodrigues e o Jabba the Hutt. Aliás, diria que deve partilhar mais semelhanças com este último, pois acredito que um dos grandes amores da vida de D.Fábio não se prenderá tanto com as astronomia como acontece com o Professor, mas talvez mais com o restaurante que tem o mesmo apelido que o famoso personagem do universo Star Wars, esquecendo aquele "t" do fim que não faz jeito para a metáfora.

Rochemback nunca foi um rapaz magrinho. Esperem lá, se calhar foi. Ah, sim, mas isso eram outros tempos, os pastéis de Belém eram uma borrada e a manteiga sabia a ranço.
Eu próprio comecei uma dieta aqui há uns meses e já perdi 11 kg no processo. Custou como roer cornos mas tive de abdicar de algumas coisinhas que me eram muito queridas (cerveja, queijo, cerveja, bacon, cerveja, massas com molhos à base de natas, cerveja...) mas com mil adeptos benfiquistas, lá cheguei. Dar umas corridas também ajuda, Fábio, consta que há uma forma interessante que dá pelo nome de "queimar calorias", é giro e ajuda o organismo a livrar-se de tudo o que não sai directamente quando dás um salto à latrina aí em Alcochete.

De qualquer forma, Rochemback está bem co-adjuvado pelo Miguel. Qualquer um é um argumento de peso (não resisti) no meio-campo do Sporting, fazendo inclinar a balança (mais uma vez as minhas desculpas) para o lado verde-e-branco quando a vida lhes corre bem. E para além do mais devem fazer companhia um ao outro nas comezainas, que isto de beber uma grade e mamar duas ou três doses de rancho é mais fácil quando se têm amigos por perto. Ah...que grandes farras que a gente faz à custa dos outros...



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O gajo da camisola


Lembram-se deste tipo a mostrar a camisola do Rui Jorge na conferência de imprensa depois de um Sporting vs FCP? Será este o próximo presidente do Sporting? Bem, uma coisa é certa, o rapaz tem razão no que diz...

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O brilho de Rui Santos


Aos domingos à noite quando me sento no sofá para assistir a mais uma extraordinária crónica dissertativa do Rui, acabo sempre por me aperceber que a linha que define a diferença entre a estética visual agradável e a náusea é no mínimo ténue. Ah, os fatos brilhantes e as gravatas laranja. O cabelo meticulosamente oleado. As pausas teatrais. Único.

O que passa mais rapidamente da tela para as mentes das pessoas, para além do tradicional fastio com que fala, é a capacidade camaleónica com que transforma um tópico noutro, qual Woody Allen da Brandoa. Pobres membros da régie da SIC Notícias que tem de adaptar o cenário nos plasmas por trás do oráculo da bola, quando começa a falar do Porto e rapidamente muda antenas para o Benfica...ou então quando se lança num raivoso ataque perante um qualquer moínho de vento, sejam as (por si) badaladas novas tecnologias ou o seleccionador nacional ou um árbitro que claramente em prejuízo do Benfica tornou mais um campeonato numa mentira pegada.

É de rir. Mas pouco.

Não custa perceber que arde de inveja do FCP. Que gostava de emular o nosso modelo no seu clube. Que ano após ano apercebe-se da parvoíce que impera na sua zona e que vê campeonato após campeonato a ser perdido por erros contínuos que não parecem ter fim. Este fim-de-semana proferiu uma das frases que acredito mais lhe tenha custado nos últimos tempos: "Uma selecção dos melhores jogadores de Benfica e Sporting não ganhavam mais de metade dos jogos a este Porto". Quão verdadeiro, Rui. E quanto te deve ter custado essa percepção.

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