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The Dragons roar back in style!

After the disappointing season it was obvious that the club would not be satisfied until it restored the glory and fame to the Blues from Porto. And judging by the achievements of the club so far, it appears that players have got the message loud and clear. Undefeated with 53 points in 19 games, FC Porto are absolutely dominating the Portuguese league. Not only do they top the league table, but they also lead the scoring charts with 44 goals and have conceded the fewest with just seven. And it's no surprise that the league's leading scorer is an FC Porto player, Hulk , with an incredible 19 goals!


Um bom artigo sobre o FC Porto e a temporada que temos vindo a fazer.

A ler no IMScouting.com, seguindo este link.

PS: acho interessante o ênfase dado a Otamendi tendo em conta que o rapaz não tem sido tão providencial assim na nossa segurança defensiva. Aliás, espero mais dele do que tenho visto até agora, que não tem sido mau mas que precisa de ser mais consistente.

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Que pena, Domingos!

"Eu vi, como todos os portugueses viram, os jogadores do Sp. Braga agredirem jogadores e funcionários do Benfica, no intervalo do jogo entre os dois clubes. Tal como vi as imagens das agressões de jogadores do FC Porto, no túnel da Luz. Portanto, escusa de negar a realidade. Se alguém anda a prejudicar o Sp. Braga, ou o FC Porto, são os jogadores das duas equipas, que tiveram atitudes essas sim inqualificáveis em profissionais de futebol. É evidente que eu preferia que o senhor declarasse que comportamentos desses são graves e prejudiciais aos interesses do clube que lhes paga o salário. Mas, esse desejo é puro delírio da minha cabeça e nunca irá acontecer. O futebol português há muito que vive da negação da realidade e da pura mentira. É muito mais fácil, e popular, atacar os obscuros "corredores do poder"..."

Domingos Amaral in Record, 7 de Fevereiro de 2010, sobre o caso do túnel da Luz.

É uma pena que pouca gente se ofereça como voluntário para te curar a ressaca, Domingos.
É que agora estou mesmo com vontade de ler o que vais escrever com a espinha feita num oito.

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Que pena, Leonor!

"Toda a argumentação dos defensores públicos de Hulk, Sapunaru e companhia, que pretendem ver os agressores como vítimas de provocações por não-agentes desportivos, é, sem querer ofender o chamado Terceiro Mundo, um exemplo de terceiro-mundismo mental e, pior ainda, querendo fazer dos outros estúpidos."

Leonor Pinhão in A Bola, 15 de Janeiro de 2010, sobre o caso do túnel da Luz.

É uma pena ter deixado de ler o que escreves n'a Bola, Leonor.
É que agora estou mesmo com vontade de ler o que vais escrever com a espinha feita num oito.

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Que pena, Ricardo!

"O leitor deseja agredir alguém? Um vizinho, um familiar, um desconhecido qualquer? É fácil: diga que foi provocado. As provocações, sejam de que tipo forem, justificam qualquer agressão. Uma anónima agrediu o Papa? Foi, de certeza, vítima de uma armadilha bem urdida. O marido bate na mulher? É impensável que a tenha agredido sem que tivesse havido forte agravo. Toda a gente sabe que os agressores são, em geral, gente ponderada e cordata, que só opta pela violência física caso seja vítima da afronta mais grave, mais perversa e mais criminosa que pode ser perpetrada: a provocação. Não será por acaso que a lei portuguesa prevê molduras penais extremamente pesadas para homicidas, violadores e autores de provocações."

Ricardo Araújo Pereira in A Bola, 10 de Janeiro de 2010, sobre o caso do túnel da Luz.

É uma pena teres deixado de escrever n'a Bola, Ricardo.
É que agora gostava mesmo de ler o que conseguias escrever com a espinha feita num oito.

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O "novo" Castro


Graças ao Record já percebo porque é que Castro foi emprestado! Com tantos "extremos" no plantel actual, compreende-se que não tivesse espaço...

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A persistente dúvida

Correio da Manhã

Rádio Renascença

Se até o Record e Bola dizem que é falta...imaginem qual não serão os estagiários facciosos, borbulhentos e claramente masturbadores em excesso (diz que tira a visão, só por isso) que estão a escrever os artigos aos sábados à noite nas redacções destes dois antros.

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Alegadamente


Gostava de falar com o alegado jornalista do alegado portal de alegadas notícias que alegadamente produziu este último parágrafo. Só para lhe perguntar se ele alega que não percebeu que os termos que usou são notoriamente venenosos ou apenas se é, alegadamente, um "merdas".

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RIP Pôncio Monteiro



Um grande Portista, sempre disposto a defender as nossas cores fosse onde fosse.
À família e amigos, as minhas condolências.

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O que disse Barroso

"O resultado do Porto em Alvalade foi um grande resultado para o Porto, provou duas coisas que eu sempre disse, provou que o treinador do Porto não tem estatura para estar à frente do Porto, não sabe estar à frente do Porto, não sabe perder, não sabe empatar, não sabe estar em desvantagem, é uma coisa espantosa, eu vou-lhe dizer, eu não me lembro de ver tanta histeria no banco do Porto quando vi o Porto a perder 1-0, nao me lembro de ver aquela histeria, que era uma histeria completa com gestos macacóides quer dizer eu de facto nunca vi na minha vida de futebol um treinador com um destrambolhanço tão grande com 13 pontos de avanço (...) e isso provou aquilo que eu digo, este sinal de imaturidade, este estrambolhamento psicológico (...) eu houve uma altura em que tive vergonha por ele porque não percebia aquela posição na linha lateral do treinador do Porto, aquilo nao faz sentido, um grande treinador de futebol, nao vimos isso hoje com o Mourinho, não vimos com o Guardiola, não vimos isso com outros treinadores de Sporting ou de Benfica, aquilo é revelador de facto de uma pessoa que não sabe estar e que não consegue estar, que não tem maturidade para estar e que tem a sorte de estar à frente de uma equipe que, provavelmente outro treinador faria o mesmo. É isso que eu penso (...) acho que se calhar nao vou ter essa experiência de ver o que era este homem a perder dois jogos seguidos, ele ainda não perdeu nenhum não é, perder dois ainda vai ser difícil, perder dois seguidos vai ser muito difícil mas eu acho que ele não tem capacidade intelectual para poder estar ali à linha, aquilo chegou a ser confrangedor, cheguei a ter constrangimento em ver aquele comportamento na linha lateral, já nem digo quando marcou o golo que parecia que tinha ganho a Liga dos Campeões mas isso é bom porque estava a ver que ia sair derrotado de Alvalade mas não é isso, aquele comportamento não é compreensível."

Eduardo Barroso, Prolongamento, TVI24, 29 de Novembro de 2010

O shôr dôtôr provou, no Prolongamento desta segunda-feira, que é honesto e diz o que pensa. O que faz dele uma besta que merece tanto respeito da minha parte como um pedófilo apanhado a violar um miúdo.

Até pode ser um excelente cirurgião, mas se me dessem a escolher preferia ser operado pelo gajo da motoserra do Texas Chainsaw Massacre do que por este gajo.

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Os (vis) cronistas da nossa praça: Domingos Amaral

Domingos Amaral é um cronista com créditos na nossa praça. Não sei bem em que ditosa praça será, mas aponto para aquela que fica perto do Sr. do Padrão, ao fundo da rua que contém a maior percentagem de senhoras da noite na cidade do Porto. Por vezes, enquanto folheio virtualmente as páginas das nossas garbosas e delicadas publicações desportivas diárias, passando pelo Record acabo quase sempre por dar de caras com textos deste fulano, bem como a pueril verborreia da Marta Rebelo, que como sabem tem um lugar especial no meu coração, ou até as tiradas quase perfeitas de Miguel Góis, um dos subalternizados membros d'os Gatos.

A última fornada de estupidez dourada a vigilantismo surge na forma deste artigo. Ninguém pode condenar o filho do pai gordo na crítica veemente dos retardados que atiraram bolas de golfe a quem quer que seja, ao Roberto, aos adeptos contrários, à polícia, à própria galinha. Fá-lo muito bem e tem toda a razão. Mas causa-me sempre alguma perplexidade quando as críticas são provenientes de um rapaz que, albergado na lamúria da sua própria pseudo-inocência, se limita a vomitar ódio e a alfinetar...perdão, a fueirar com cada palavra o inimigo fidagal que decidiu escolher. A somar a isso temos o desprezo no trato com termos como "Estádio do Freixo", as insinuações quanto à seriedade (ou não) do "órgão manso, cobarde, e nas mãos do FC Porto" ou a simples arrogância do "From:" e "To:".

É este tipo de parvoíce deliberada, de auto-proclamados detentores da verdade e infelizmente formadores de opinião alheia, que temos de suportar, contrariar e combater. Em termos aceitáveis, que se fôr para partir para a violência acabamos por cair no jogo deles.

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Inúteis

O FC Porto venceu no Sábado a Académica. Foi um jogo épico, em condições estupidamente difíceis, onde 11 homens enfrentaram outros 11 homens sobre um relvado encharcado, com luta, emoção, competição saudável, agressividade positiva, dedicação à profissão, brio e capacidade de sofrimento, de empenho, de garra e de alma. Os esforçados guerreiros de ontem deram um exemplo ao país, que parece desanimar quando o cenário está complicado, baixando os braços e atirando as responsabilidades para terceiros. Mostraram que a força de um grupo está na união, no cerrar fileiras para que possa vencer, atravessando dificuldades previstas e imprevistas, contra tudo e contra todos, até os elementos.

Esta é a capa d'A Bola de hoje. O enfoque está numa piada absurda sobre tourada em alusão ao jogo entre o Leiria e o Sporting. Menção ao jogo de Sábado? A bola à trave no livre da Académica e o golo de Varela.

Não sou editor nem redactor, mas se fosse e alguém chegasse perto de mim a dizer: "E a capa vai ser esta.", mandava-o arrumar as tralhas que têm na mesa dele porque estava despedido. Mas deve ser problema meu.

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Os (maus) cronistas da nossa praça: Marta Rebelo

De há uns anos a esta parte, começou a surgir no nosso futebol um fenómeno que tomou o mundo da imprensa escrita e online de assalto: os cronistas colunáveis. A proliferação desta espécie de opinadores foi uma pequena praga que empurrou os tradicionais rapazes que sabiam da bola para canto, substituindo-os por pseudo-amantes de desporto disfarçados de sábios, com lugar cativo nalgumas das principais publicações que povoam o nosso panorama jornalístico.

Um excelente exemplo deste potpourri de lixo retórico dá pelo nome de Marta Rebelo. A ex-deputada e aparentemente colunável opinadora é uma das cronistas do Record, um jornal (se ainda obedecer à definição) que não prima propriamente pelo bom gosto, ou não fosse do grupo Cofina, ao qual pertence esse baluarte do jornalismo português como é o Correio da Manhã ou o felizmente falecido 24 Horas (EDIT: o 24 Horas pertencia ao grupo Controlinveste. Obrigado pela correcção, Nuno!). Quando lemos os textos que são delicodocemente escritos por Marta, uma sensação de deja-vu invade-nos e somos assolados por uma onda de melancolia e nostálgicas sensações de paz e tranquilidade, à medida que somos transportados pelo tempo para o nosso 5º ou 6º ano de escolaridade, quando tínhamos de fazer redaçcões sobre o que se passava no mundo à nossa volta. Ah, as saias da Professora de Música, as calças justas da de Ciências, ou a rude faceta do sempre energético fulano que, ao abrigo de uma suposta licenciatura em Desporto, lá obrigava a canalhada a correr à volta do campo enlameado gritando "vamos lá, meninas, só falta sete voltas!". Que estupor. Enfim, de volta à Marta.

Não me incomoda que a Marta ande pela Caras a exibir o seu novo boy-toy. Nem me choca nada que haja gente que compre a mesma revista só para ver isso. Mas, à imagem de outras Martas, esta é um bom exemplo de algo que está mal no jornalismo desportivo português. Em vez de gente que sabe e que por muito que trate mal o nosso clube quando é merecido, alguns preferem convidar gente que escreve coisas como "treck record" ou rimas como "Porque a basculação ofensiva foi pujante, mas o desperdício frustrante", num exercício que é quase tão interessante como ver tinta a secar numa parede.

Ler Marta Rebelo assemelha-se a um almoço de comida chinesa. Enquanto mastigamos tudo parece saber ao mesmo e uma hora depois já nem sabemos dizer o que metemos cá dentro.

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Jornalisticidades

A football reporter in the provinces is in a position which is privileged yet at times almost impossible. He is privileged because representing the local paper is a golden key that opens most doors. You can build an unrivalled relationship with the manager and the players because you are in contact with them every day. A spurious intimacy evolves between you. You share so much with the characters you write about that you can pretty much corner the market in quotes.

Of course, that access comes at an exorbitant cost. Closeness to the team, and any emotional attachment to it, horribly distorts the line between candid reporting and scarf-waving support. Too many journalists succumb, seduced by the insider knowledge fed to them, and begin to identify with the glory or misfortune of their team. The football world soon divides into 'them and us'. It is all too easy to become overprotective or self-censoring, so that criticism is either wrapped in cotton wool or disguised in nebulous, worn euphemisms. Contacts become friends, and human nature takes over. You don't want to lose your place at the manager's table.

Duncan Hamilton
in "Provided you don't kiss me - 20 years with Brian Clough"

Se incluirmos a malícia que nasce dos comportamentos naturalmente humanos descritos por Duncan Hamilton, temos aqui uma descrição quase perfeita do que sucede com a maior parte dos jornalistas da nossa praça. Não há muito que pensar, é o que acontece com a naturalidade de um miúdo de 4 anos perguntar porque é que a mãe estava com dores e o pai a estava a tentar matar quando acidentalmente abre a porta do quarto numa altura indevida. É chato e toda a gente preferia que não acontecesse...mas agora não há nada a fazer. Os lados foram tomados e não há hipótese de inverter as posições. Só temos de os aturar.

EDIT: Não querendo tornar o post muito político e menos ligado ao futebol, temos um bom exemplo sugerido pelos comentários a este mesmo post no vídeo que podem encontrar neste link. O programa é "A Voz do Cidadão", emitido na RTP este sábado à noite. Obrigado pela sugestão, rapazes.

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Podemos trocar de vez?

Os argumentos irracionais são os mais difíceis de combater.

Pedro Marques Lopes

Não sou um gajo de arrancar com petições nem pedidos públicos. Acho um desperdício de tempo ao nível de responder a mails que dizem que vou ter de pagar 3 euros por mês para usar o Facebook e que tenho de ir a um link qualquer num site no Burkina Faso para protestar pelos meus direitos dados por Deus, Krishna e Alá juntos.

Mas é possível, só assim por um jeitinho, trocarmos o Guilherme Aguiar pelo Pedro Marques Lopes em definitivo?

Ficávamos todos a ganhar.

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Pimba.



"Você tem a mania de usar essa frase feita que nem foi você que a fez."

Dias Ferreira em resposta a mais uma imbecilidade de Rui Gomes da Silva, n'O Dia Seguinte de ontem.

A maior parte das vezes que o ouço, Dias Ferreira parece um velho senil daqueles que se vêem nas cidades americanas, a gesticular em cima de uma caixa de cartão clamando pela chegada do Apocalipse.

Mas, muito de vez em quando, aparece uma pérola destas. Genial.

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Carta aberta a Domingos Amaral

A ler no Dragão Crónico, aqui.

Aconselho a visita. O rapaz escreve bem.

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Liderança e organização

Enquanto o futebol de clubes está temporariamente colocado de lado pela imprensa, sucedendo-se as banais entrevistas de jogadores e treinadores e opinion-makers, junto-me à multidão. Fica um artigo com a opinião de Helder Varandas, especialista no mundo das finanças do futebol, sobre o porquê do FC Porto mostrar a melhor organização interna e externa e liderança forte desde há 30 anos, ao mesmo tempo que analisa as formas dos clubes evoluirem e o porquê de uns o fazerem e outros não.

O especialista em assuntos financeiros ligados ao futebol Hélder Varandas definiu hoje a organização e a liderança como factores determinantes para o sucesso dos clubes e apontou o FC Porto como exemplo em Portugal.

Para Hélder Varandas, o FC Porto é, entre os clubes portugueses, aquele que apresenta melhor organização interna e externa, além de ter uma liderança “forte há cerca de 30 anos”.

De há uns anos a esta parte o Benfica também mostra liderança. Já o Sporting não tem um líder forte há alguns anos”, disse, acrescentando: “A liderança, associada a uma organização e gestão sólidas, resolvem todos, ou quase todos os problemas a montante. Tudo isto permite alcançar com menor esforço e mais naturalidade o êxito desportivo”.

A organização das sociedades desportivas mereceu de Hélder Varandas uma especial atenção, repartindo-a em duas partes: Interna e externa.

Hoje em dia qualquer sociedade (clube) tem de basear a sua organização interna na utilização de novas tecnologias de informação (TI) integradas. Nesta matéria, nenhum dos três grandes cumpre ainda todas essas exigências, embora FC Porto e Benfica estejam mais avançados do que o Sporting”, disse.

Para este especialista, “é preciso que o software esteja totalmente integrado (e não apenas ligado por interface) e que seja produzido pela mesma empresa. Isso permite integrar sob o mesmo software áreas como a bilheteira, a relação com os sócios, a gestão da publicidade e dos patrocinadores e até o scouting. Tudo isso e muito mais só se consegue através das novas TI”.
“A ausência desta integração cria entropias no sistema. Ou seja, a emissão de um bilhete através de um sistema de software integrado fica automaticamente creditada nas receitas disponíveis e debitada no depósito à ordem. Conclusão: Esta operação contabilística encerra-se logo ali”, explicou.

Para Hélder Varandas, este é um dos exemplos da importância que os clubes devem dar a esta área de gestão, “uma vez que no exemplo dado anteriormente, a falta dessa integração dos sistemas informáticos obrigará alguém a fazer o lançamento manual da operação de venda daquele bilhete, com todas as implicações que essa opção tem no consumo de recursos das organizações”.

A componente estratégica é outra das vertentes internas que, na opinião deste especialista, “os clubes têm de melhorar”.

“A elaboração de um plano estratégico é básico para todas as áreas de um negócio como o futebol. O FC Porto e o Benfica têm dado mostras de que têm um planeamento estratégico e uma estratégia, sendo que, obviamente, o planeamento abarca o curto, médio e longo prazos”, considerou.

No caso do Sporting, continuou, “a prática parece demonstrar, também neste aspecto, que o clube não tem desenvolvido essa componente estratégica”.

Já em matéria de organização externa, Hélder Varandas sustentou que “esta área, muita vezes mais invisível, tem uma importância extraordinária no funcionamento e na afirmação dos clubes e da sua marca”.

“É através desta capacidade de organização virada para o exterior que se ganham competências para, designadamente exercer influências na liga, federação, junto do seleccionador, dos media e até dos próprios árbitros, sendo que estes passam a olhar para a entidade com respeito, porque percebem o papel que um clube forte tem sobre todo o universo do futebol”, adiantou.

E concluiu: “Esta componente da organização externa tem igualmente um peso importante a nível internacional na afirmação dos clubes”.

in sapo.desporto.pt

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SportTV - Liga Inglesa


Como se já não houvesse futebol a mais na nossa televisão aparece agora mais uma opção para o proto-obeso lusitano se sentar em frente à televisão e alhear-se do mundo. O SportTV - Liga Inglesa é mais um canal do demo que nos alicia 24 horas com todos os jogos da Premier League e a promessa de futebol espectáculo todo o dia, todos os dias, mais uma tentativa de nos privar do salutar convívio em família, da partilha de experiências, dos passeios no campo ou na praia, daquilo que dá sal à nossa vida, que nos coloca num patamar acima dos símios, que nos faz mexer e conversar e viver, sem ligar a estas pantominas da bola que só servem para nos embrutecer e tornar mais conform...ei, espera, está a dar o Wigan contra o Blackpool! Até logo!

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Leonor, esse gajo porreiro

"HONESTAMENTE, nada tenho a censurar aos jogadores do Benfica na final da Supertaça no que diz respeito ao pouco entusiasmo e à reduzidíssima capacidade de concentração que exibiram no sábado passado em Aveiro. Eu própria, só mesmo à hora do jogo é que me lembrei que havia futebol e que o Benfica ia jogar. Isto para verem como uma pessoa pode desconcentrar-se facilmente em certos momentos que deviam exigir maior acuidade e empenho. Presumo que aos jogadores do Benfica tenha acontecido precisamente a mesma coisa. Pronto, passaram um sábado distraído e quando deram pela coisa já não havia nada a fazer. É normal, ao fim e ao cabo. A Supertaça não nos diz muito. O Benfica entrou em campo no sábado com um registo de 9-1 em finais perdidas para o FC Porto. Valeria a pena tentar reduzir para 9-2? Não, de modo algum, até parecia mal. Pessoalmente, prefiro 10-1 a 9-2, tem mais dignidade. 10-1 em finais da Supertaça perdidas para o FC Porto não é nenhum desastre. É apenas um depoimento sobre a dita competição, uma espécie de tese de pedantismo levado ao extremo."

Leonor Pinhão, in "A Bola"

Li e não fiquei surpreendido. Ou melhor, estranhei o uso do género feminino como "Eu própria", mas presumo que com as modernices que para aí vão, até os híbridos gostam de escolher de vez em quando um dos sexos. A parte do "Pessoalmente" também me fez alguma espécie pois parece referir-se a uma pessoa, vulgo humano, já que qualquer coisa como "Simiamente" parece fazer mais sentido.

Quanto ao conteúdo, é mais do mesmo. Estou a ponderar uma louca teoria em que afirmo que Leonor Pinhão é o nome artístico de Rui Gomes da Silva. Se o homem trocasse o fato por um outfit de lésbica pós-apocalíptica, aporcalhasse o cabelo e engrossasse a voz, estava lá certinho direitinho.

Como diz a minha cara-metade (que, não desfazendo o Pinhão, tem muito bom aspecto): "Quando o Benfica vence a Taça de Portugal, é a prova-raínha, caso contrário é só um mau adorno de sala de jantar".

E olhem que ela é benfiquista, tal como o Pinhão. A diferença é que pensa e usa os polegares, ao contrário do Pinhão.

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There's a new clown in town!

Hoje, na SIC Notícias, tive o prazer de ver a despontar um novo palhaço. Esqueçam os sapatos largos, os tufos de cabelo azul, a flor que esguicha água e o nariz pseudo-cómico. O novo palhaço dá pelo nome de Rui Gomes da Silva.

Quando ouvi que Sílvio Cervan tinha deixado de ser paineleiro às segundas-feiras à noite, ainda pensei que pudesse entrar um rapaz (ou um híbrido, caso a Leonor Pinhão fosse seleccionada da pocilga onde vive) que, percebendo da poda, pudesse ser uma pessoa honesta e correcta, limpando assim a imagem dos comentadores benfiquistas, que todos juntos têm o mesmo valor aqui do meu calcanhar direito antes de levar com pedra-pomes para raspar as peles. Alguém que pudesse dar algum nível aquele programa, tão infelizes são as outras duas "múmias", tanto Guilherme Aguiar como Dias Ferreira.

Rui Gomes da Silva, vice-presidente do Benfica a part-time e aparentemente idiota a tempo inteiro, entrou a matar com algumas tiradas do género:


  • "Esta do David Luíz ao Sapunaru é no calor da refrega..."
  • "Você vê o Carlos Martins a tocar no Varela?"
  • "O Fábio Coentrão sofre penalty claro do Sapunaru!"
  • "O Varela entra à bola de pé em riste e era amarelo para ele e para o César Peixoto."
  • "Mas há alguma maldade na entrada do Carlos Martins ao Belluschi?"
  • "João Ferreira é o árbitro do túnel da Luz, daí esta perseguição!"


Um gajo que ao fim de uma hora do programa em que se estreia consegue levar o Dias Ferreira a dizer: "Você é de baixo nível!" e não se chame Rui Santos, merece todo o respeito do mundo. Isso e um balde de merda em cima.

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